Índice "O Propulsor"

"Q"

Designação

n.º

pág

Q1 – QUEM SABE?

 

  • - Acoplamento técnico nas turbinas, o que é que entende?

3

R3

18

18

  • - Algumas informações sobre o “SAVANNAH”?

6

R6

29

30

  • - Algumas avarias em chumaceiras de impulso, quais as causas?

4

R4

30

38

  • - Clarificadores de óleo lubrificante, qual a sua função?

4

30

  • - Como é conseguida a ignição numa máquina semi-diesel?

13

R13

23

23

  • - Existe alguma restrição quanto ao uso de ferramentas de materiais não ferrosos quando se trabalha numa caldeira?

10

R10

29

39

  • - Hélices de passo variável, quais são as vantagens?

3

R3

18

18

  • - O que é o “Boot-Topping”?

6

R6

29

29

  • - O que é o dreno dum tanque?

13

R13

23

26

  • - O que é exigido do Oficial Maquinista em relação ao controlo à distância no navio?

13

R13

23

26

  • - O que são computadores analógicos e digitais?

8

R8

20

44

  • - Porque é essencial ao bom funcionamento de uma turbina, quando em marcha à ré?

9

R9

16

37

  • - Porque se atribui tanta importância aos filtros de ar dos compressores?

13

R13

23

26

  • - Quais as principais causas que provocam as explosões nos compressores de ar?

11

R11

22

38

  • - Qual a finalidade de tanques altos (deep-tanks) a bordo dos navios?

6

R6

29

29

  • - Qual deve ser processo correcto para aquecer o sistema de lubrificação numa instalação de turbinas com redutoras de velocidade?

9

R9

16

37

  • - Qual o tamanho das gotas de combustível pulverizado?

11

R11

22

38

  • - Que ensaios são feitos nos novos reservatórios de pressão?

13

R13

23

26

  • - Que se entende por humidade relativa?

8

R8

20

44

  • - Sob condições de funcionamento normal duma turbina propulsora principal, é melhor usar o máximo de agulhetas com menor queda de pressão ou um pequeno número de agulhetas em grande queda de pressão?

10

R10

29

39

 

 

"R"

Designação

n.º

pág

R1 – RECORDANDO

 

  • - Curso elementar de Máquinas de 1950/52 (Bodas de Prata)

41

51

  • - Duas técnicas de cosedura

106

33

  • - É favor não tirar o papel da sanita

20

46

  • - Em Goa

24

27

  • - Escola Náutica

18

56

  • - Isso é pergunta que se faça?

53

33

  • - Eu quero ser o abaixo assinado

49

24

  • - Excursão à Gruta da Onça no Rio de Janeiro

99

44

  • - Mar...Mar

37

44

  • - Navegador solitário e paquete “Santa Maria” (flagrantes da vida do mar)

54

55

  • - No antigo “Carvalho Araújo” havia um fogueiro muito popular

43

46

  • - Numa festa de despedida dum colega brasileiro no “Zillertal” em Hamburgo

42

51

  • - O alfinete

36

49

  • - O bairro onde nasci

25

23

  • - “O cartucho” com Chico Faria a bordo do “Vera Cruz”

78

63

  • - O cumprimento do dever com o colega Brás a bordo do “Vera Cruz”

58

50

  • - O jantar com a patroa com o colega Costa num navio da Companhia de Navegação

73

54

  • - O meu reino por um lápis com o colega França Morte na Escola Náutica

67

55

  • - O “Niassa”

39

43

  • - O objectivo falhado com o Ribeirinho a bordo do “Infante D. Henrique”

87

59

  • - O “Príncipe Perfeito” saudosamente recordado

44

49

  • - O relógio de sol com o colega Alfarra a bordo do “Serpa Pinto”

56

44

  • - Ó da sorte

50

51

  • - O Tomé

45

23

  • - Oh calmeirão com vários colegas em New York

81

57

  • - Pesca milagrosa para o “Santo da Casa” com o colega Joaquim Dias Gonçalves, no arrastão “Pádua” na Groelandia

60

50

  • - Sobre correntes critérios diferentes com vários colegas a bordo do “Vera Cruz”

76

57

  • - “THÁLASSA! THÁLASSA!”

19

47

  • - Todos como uma só família

30

41

  • - Um bom coração

55

50

  • - Um convite feito com muita dignidade

72

56

  • - Um dia em Glasgow com o colega Ramalhete

71

52

  • - Um encontro algo cómico num eléctrico em Leixões

31

28

  • - Um envio pelo correio para Sunderland

51

47

  • - Um exímio bailarino num café dançante em Buenos Aires

23

43

  • - Um homem inteligente com os colegas Lopes e Mendes a bordo “Pebane”

82

58

  • - Um Pêro com o paioleiro Barros a bordo do “Lobito”

74

61

  • - Um piropo todo náutico

26

35

  • - Um posto de correios eficiente com vários colegas a bordo do “Vera Cruz”

77

54

  • - Uma castanha difícil de comer com o colega Joaquim Mendes Dias na Escola Náutica

70

57

  • - Uma noite no ZILLERTAL em Hamburgo

27

54

  • - Uma promessa quebrada

52

52

  • - Uma simples chávena de chá

35

19

  • - Uma viagem a Bruxelas

21

51

  • - Lealdade na luta

33

38

  • - Todo curso elementar 1949

38

42

  • - Flagrantes da vida a bordo

54

55

  • - Os peixinhos do mar II

107

45

  • - À medida de quatro dedos

111

67

  • - Maneiras de velejar

112

35

  • - Um conselho oportuno

114

21

  • - José Maria Azedo

119

40

  • - Um almoço na churrasqueira Coimbra

120

67

  • - A grande avaria a bordo do N/M ANGOLA

132

25

  • - O encalhe do N/V SOFALA

145

51

  • - Visita ao navio hospital “GIL EANES” na Gronelândia em 1959

146

54

  • - Pesca de atum

150

14

  • - O paquete N/V SERPA PINTO durante a Segunda Guerra Mundial

151

154

25

23

  • - Tragédia do “ESTÓNIA”

153

154

26

39

  • - O abalroamento do paquete “MOÇAMBIQUE”

155

19

  • - O N/M “S. TOMÉ” durante a II Guerra Mundial

157

18

  • - Drama trágico – marítimo (sem tragédia nem drama)

159

18

  • - Três viagens, três histórias

163

29

  • - A ecléctica equipa N/M ROVUMA 1964

164

24

  • - Obcecados com a realidade

167

21

  • - O roxo dos nossos galões

167

28

  • - A colaboração prestada pelos colegas

175

37

  • - O “Misérias”

175

37

  • - A propósito de prodígios

179

54

  • - Curso Complementar 1973 / 74
183 28
  • - O encalhe do N/M ZAMBEZE
187
188
189
21
24

 

 

 

R2 – RECURSOS MARÍTIMOS

 

  • - A engenharia oceânica e as inovações tecnológicas no aproveitamento dos recursos marítimos

115

27

  • - Afundamento da plataforma semi - submersível P36. A maior do mundo
184 19

 

 

 

R3 – REFINARIA DE LISBOA

 

  • - Deslocação de grandes reservatórios

64

35

 

 

 

R4 – REFRIGERAÇÃO

 

  • - Controlo de instalação electronicamente aperfeiçoado para transportes marítimos

74

22

  • - Princípios básicos para tratamento de água do sistema de refrigeração

99

32

  • - Detecção de fugas de gás – DYTEL

50

35

 

 

 

R5 – RISO A BORDO

  • - A dieta com o colega Brás a bordo do “Vera Cruz”

58

49

  • - O corte das páginas do livro com o colega José Correia a bordo do “João Belo”

56

48

  • - O colega João Alves Forra, a bordo do “Vera Cruz” – Então, Mancho...?

54

57

  • - Sabe o que são 380 graus? Com o colega Ramalhete a bordo do “Pátria”

56

48

  • - Os ovos à Espanhola com o colega Ramalhete a bordo do “Pátria”

57

52

  • - Vítor Ambrioso a analisar a cédula de um fogueiro a bordo do “Lobito”. Olhe que o navio é um bocado pesado!

54

57

 

 

 

R6 – RUÍDO

  • - Estado actual de conhecimentos de ruído nos navios

45

46

47

33

42

33

  • - Medidas de protecção anti-ruído

22

40

  • - Redução de ruídos em bombas centrífugas de alta velocidade

70

48

  • - Os problemas do ruído

18

49

  • - Redução dos níveis de ruído nas casas das máquinas

25

48

  • - Ruído industrial

94

33

  • - Patologia dos ruídos

90

92

40

26

  • - Ruído, perigo de surdez

65

10

  • - Níveis de ruído a bordo de navios

103

104

24

29

  • - Controlo de ruídos e vibrações

109

18

  • - O controlo de ruídos e vibrações em navios

129

18

  • - Ruído irradiado por navios

129

25

  • - Redução dos ruídos a bordo dos navios

179

47

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